sábado, 28 de dezembro de 2013

Os 10 pastores que eu não respeito e não admiro
 André Sanchez

falso-pastor Maus líderes existem aos montes dentro das igrejas. O joio está espalhado dentro da igreja como ensinam as Escrituras (Mt 13.26). Isso não é novidade para ninguém. Apesar de designar aqui o termo “pastores” a essas pessoas que citarei abaixo, não tenho a intenção de diminuir aqueles que fazem jus a esse termo tão lindo mostrado nas Escrituras, e que realmente pastoreiam de coração as ovelhas do Senhor. Usei esse termo somente para facilitar a identificação dessas pessoas.                                                                                                                                                                    Os dez pastores que não respeito e não admiro são:                                                                                                                                                                                                                                                 01 - O que faz do púlpito um palco de shows                                                                                            A exposição da Palavra é esquecida e substituída pelo talento hollywoodiano desse pastor, que explora as mais diversas técnicas para cativar os seus expectadores, fazendo do show o protagonista do culto. Ele é a estrela e não Cristo e Sua palavra. Seu púlpito é lugar de entretenimento, de show, e não de pregação, de transmissão da voz de Deus.                                                                                                                          02 - O que explora financeiramente as ovelhas                                                                                              Esse pastor é muito ambicioso e tem planos de crescimento. Porém, para a realização dos seus planos, precisa de muito dinheiro. E esse dinheiro é retirado das ovelhas, através das mais diversas técnicas de extorsão (legais). Ele não liga para o que a Bíblia ensina e inventa formas de arrecadação para realizar seus sonhos megalomaníacos. As ovelhas são iludidas, exploradas e sugadas até a última gota que podem dar.         03 - O que insiste em querer fazer a agenda de Deus                                                                                   Um pastor que quer determinar lugar, dia e hora para Deus agir não merece meu respeito. Segunda: Deus age na família; terça: nas finanças; quarta: Deus dá o Espírito Santo; quinta: Deus faz conversões e sexta: Deus liberta as pessoas de demônios. Deus agora está preso em uma agenda criada pelo homem?                  04 - O que ilude as pessoas com amuletos, objetos ungidos e unções que não vem de Deus                        Esse pastor escraviza pessoas em crendices e superstições que não são encontradas e ordenadas na Bíblia. Desvia a fé que deveria ser unicamente no Deus soberano para objetos e unções (falsas) e extravagantes. Trabalha com a ilusão, com a ambição, com a falta de conhecimento de muitas das ovelhas que lhe ouvem.   05 - O que “profetiza” o que Deus não mandou profetizar                                                                            Usa sua influência sobre as pessoas para “profetizar” e “revelar”. Porém, não usa a Bíblia, que é a revelação e é onde se encontram as profecias de Deus para a vida de seus servos.                                         06 - O que faz com que seus fiéis o adorem                                                                                              Ele é visto como um semideus pelos seus fiéis. O pior de tudo é que não faz nada para mudar essa situação, pois adora ser paparicado, adora status, adora demonstrar seu grande “poder” e ser ovacionado pela multidão. Seu prazer é ver multidões afluindo em sua direção com desejo de glorificá-lo.                          07 - O que usa o dinheiro dos dízimos e ofertas para seu próprio enriquecimento                                         Esse pastor-empresário é formado e pós-graduado em enriquecimento usando a igreja. Tem fortuna e bens luxuosos, tudo adquirido com a ajuda das ofertas da igreja que, segundo diz ele, é usado para a obra de Deus.                                                                                                                                                             Ele engana multidões que bancam sua vida de ostentação                                                                            08 - O que prega a teologia da prosperidade.                                                                                               Um pastor que diz que pobreza é maldição, que o crente verdadeiro será reconhecido pela sua prosperidade material, e outras abobrinhas sem embasamento bíblico, não merece admiração. Se a teologia da prosperidade é um câncer, esse pastor é um espalhador de doenças no meio do povo.                            09 - O que usa versículos isolados da Bíblia para fundamentar doutrinas destruidoras                                    Esse pastor adora inventar doutrinas usando versos bíblicos isolados, cuja interpretação isolada, sem considerar contextos e outras boas regras de interpretação, favoreça seus pensamentos e desejos.                 10 - O que [acha] que determina a ação de Deus                                                                                          É uma piada dizer que um homem determina algo ao Todo-Poderoso, mas essa ousadia acontece. Palavras ousadas saem da boca desse pastor determinando, ordenando, exigindo que Deus faça determinadas coisas que, segundo ele, Deus tem de fazer. Coitado, não tem nem noção da besteira que faz! E o pior: ensina as pessoas a agirem também assim!                                                                                      Esses são os pastores que não respeito e não admiro.                                                                                   E você, tem algum pastor como os citados que não respeita e não admira?    !Fonte: Esboçando Ideias!

terça-feira, 24 de dezembro de 2013














“DEUS ENVIOU SEU FILHO”                                                                                                                                 “...vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho”. Gl. 4.4.                                                        O  Deus, Santo  e  Poderoso, não nos   enviou um  anjo do céu, mas  Seu  Filho, o Criador, o Arquiteto de  todo o universo, Aquele que  estendeu os céus e  estabeleceu os limites do oceano, e a quem os  astros de  Deus , enviando aos  homens como  Salvador. Não se  apresentou para  julgar a  Sua  presença?  Esse momento ainda não  chegou por  causa da grande paciência de Deus,   o qual, não obstante, permanece imutável. Ele  concebeu  um sublime  e imutável. Ele concebeu um  sublime  e maravilhoso plano, que  confiou somente a Seu Filho.  Primeiro quis  mostrar que  os  homens não  podiam entrar no  Reino de Deus mediante seus  próprios esforços.  Depois, no momento determinado, Jesus suportou o peso de nossos pecados e deu sua vida em resgate da nossa.  Ele,  o Santo,  pelos  desobedientes, o Perfeito pelos  maus, o Justo pelos  injusto. Que outra coisa senão sua justiça podia apagar as nossas  injustiças? Quem, senão o único  Filho de Deus, podia justificar o perverso e o ímpio? Que  obra insondável! A culpabilidade de uma multidão de homens e mulheres foi assumida por um único justo, e a justiça de  um só tornou justo incontáveis culpados. (BS)                                                         FELIZ NATAL.    

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

ARANHA E A FÉ

Uma vez um homem estava sendo perseguido por vários malfeitores que queriam matá-lo.
O homem, correndo, virou em um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e, no desespero, elevou uma oração a Deus da seguinte maneira:
- Deus Todo Poderoso, fazei com que dois anjos venham do céu e tapem a entrada da trilha para que os bandidos não me matem!!!
Nesse momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada da trilha apareceu uma minúscula aranha.
A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha.
- Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha. Senhor, por favor, com tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens não possam entrar e me matar...
Então ele abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada e viu apenas a aranha tecendo a teia.
Os malfeitores estavam entrando na trilha, na qual ele se encontrava, e ele estava esperando apenas a morte.
Quando passaram em frente da trilha o homem escutou:
- Vamos, entremos nesta trilha.
- Não, não está vendo que tem até teia de aranha? Nada entrou por aqui.  Continuemos procurando nas próximas trilhas.
 
Fé é crer no que não se vê, é perseverar diante do impossível.
Às vezes pedimos muros para estarmos seguros, mas Deus pede que tenhamos confiança n'Ele para deixar que Sua Glória se manifeste e faça algo como uma teia, que nos dá a mesma proteção de uma muralha.
Nunca desanime em meio às lutas, siga em frente, pois Deus disse: “diga ao fraco que Eu sou forte”. 
São nos momentos mais difíceis que encontramos em Deus a nossa força.
Tenha um final de semana abençoado!
=)   Anali


domingo, 21 de julho de 2013

A CRUZ DE CRISTO E A CRUZ DE FRANCISCO As duas parecem semelhantes . A cruz de Francisco é festiva, a cruz de Cristo é humilhante. Mas parecem semelhantes. A cruz de Cristo o levou à Caveira, A fim de puni-lo mesmo sem pecar. A cruz de Francisco na jornada fagueira Para a juventude ingênua acalentar. Na cruz, Cristo salvou o condenado, Levando-o imediatamente para o céu. Na cruz, Francisco não foi crucificado, apesar da condição de pecador incréu. As cruzes são de madeira igual. A cruz de Cristo era rude e pesadíssima, Carregada por um cireneu banal, A cruz de Francisco, sofisticada e levíssima! A cruz de Cristo nos trouxe esperança, de reinar no céu com Jesus. A cruz de Francisco irradiou arrogância, Numa pregação trevosa sem luz. As cruzes são absolutamente iguais, Mas a cruz de Cristo O Levou para a morte, A cruz de Francisco sem dor e sem "AIS" Premiou-o como autoridade forte! Pr. Aurecino Coelho da Silva Presidente da Academia Brasileira Teológica de Letras.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

AME A IGREJA. Em alguns lares cristãos, durante as refeições, o alvo das “fofocas” são os irmãos na igreja, quando não o pastor. Uma atitude desta mostra que os pais, além de serem falsos, não amam a igreja. Não comente nem alimente conversa sobre problemas da igreja diante dos filhos. Um pastor foi visitar uma família e viu que o menino pequeno, de quatro anos, ficava olhando-o por trás; Intrigado, o pastor lhe perguntou o porquê disto. O menino responde: “É que o papai disse que o Senhor tem duas caras e eu estou querendo ver a outra”. Que imagem o pastor tinha diante desta criança? Levaria ela a sério o que o pastor dizia? Ame sua igreja. Engaje-se nela. Mostre aos seus filhos que ela faz parte de sua vida e não um lugar que você frequenta quando não tem para onde ir. Se desprezar a casa de Deus, seus filhos não a levarão a sério. Nãop use a igreja como fuga das responsabilidade do lar, mas mostre-a como algo que está enraizado em sua experiência. Há pais que conseguem que os filhos se apaixonem pelo seu clube de futebol, mas não que se apaixonem pelo evangelho. Alguma coisa esta errada. A escala de valores emocionais está meio fora de foco. Ame a igreja, engaje-se nela , assuma seus propósitos, faça-a ser parte da vida da família. Isto lhe dará muito peso no trato com seu filho, quando você lhe mostrar o valor do evangelho e da igreja. Pessoalmente, sem amargura, recordo-me de um homem que era um dos maiores críticos num pastorado que exerci. Um dia descobriu que seu filho era viciado em certa droga. Sabedor que eu já tinha trabalhado com alguns jovens nesta situação, procurou-me e perguntou-me se eu poderia ajudá-lo. Disse-lhe que sim, sem ser magnânimo. Mas o filho foi curto e seco com ele:”Por que vou conversar com um homem que o senhor mesmo, muitas vezes, disse que era um farsante?” Na sua raiva contra mim, o homem disse coisas a meu respeito que não eram verdade. Mas o filho as assumiu como se fossem verdade, construiu uma imagem a meu respeito de acordo com o que pai dissera. E estava certo: se eu não prestava, por que se aconselharia comigo? Preserve a imagem da igreja e de seus oficiais junto a seus filhos. Um dia você poderá precisar deles para ajudá-los com seus filhos. O caminho de um lar edificado sobre o evangelho começa com pais alicerçados sobre o evangelho . Se eles não forem assim , nada conseguirão. (Família – Vale a pena acreditar!: Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho).

terça-feira, 28 de maio de 2013

SER PASTOR NÃO É DAR SHOW Em Junho de 2006, muitos cristãos protestantes de todo o Brasil expressaram sua insatisfação ao lerem a reportagem de capa da revista VEJA (edição de 12 de julho de 2006), cujo título reflete com muita precisão o conteúdo da referida matéria: O Pastor é Show”. A matéria publicada aponta para o novo momento do protestantismo brasileiro, que não mais tem se representado pelo estigma da prosperidade, mas pelo advento dos “gurus” apostólicos, ou os assim chamados pregadores das multidões, mega pastores ou show-men´s da fé. Que através do emprego de técnicas de marketing, comunicação e até mesmo da psicologia têm emplacado como os novos expert’s da auto-ajuda nacional. Infelizmente, mais uma vez os “evangélicos” como temos sido usualmente chamados, não têm sido diferenciados quanto suas crenças e práticas. Onde igrejas sérias e históricas são confundidas com algumas “curiosas” igrejas locais e denominações em seus ritos e práticas (estranhos ao Evangelho de Cristo). O cristianismo da Terra de Vera Cruz vive um momento de profunda crise de identidade, onde muitos modismos e teologias decadentes advindos de diversos lugares do mundo encontram abrigo, sobrando ainda até um pouco de espaço para as heresias made in Brazil, 100% nacionais. Para minha surpresa, folheando a referida edição de Veja (em quanto aguardava numa sala de espera), li na seção de Cartas, diversas mensagens de leitores evangélicos em manifestação de total aprovação a reportagem da edição anterior. Tantas mensagens, e quase nenhum conteúdo, tantos elogios e apenas uma crítica. Diante disso, confesso que meu espírito amargurou-se. Acho que o que aprendi até aqui é totalmente inútil. Ou como diria Sócrates: “o que sei é que nada sei”. Reflito nas palavras de João Batista (precursor do Senhor) sobre Jesus: “Convém que Ele cresça e que eu diminua” (João 3.30). Pois é, talvez João Batista estivesse errado, e por não ter pensado e se comportado como os “gurus” que surgem nos canais de TV aberta em nossas manhãs de sábado, perdeu provavelmente a oportunidade de fundar sua própria denominação, ou até mesmo destacado ainda mais o seu nome na história. Sinto-me tentado, a exemplo de meus colegas, a me auto-proclamar Apóstolo de Jesus, seguindo talvez a sucessão Joanina ou Paulina, já que a “franquia” Petrina já foi patenteada por algumas igrejas. Infelizmente, é cada vez mais evidente a tendência de descentralização de Jesus Cristo em sua igreja. Jesus tem “perdido” seu espaço para egos inflamados que se dizem seus representantes. E por falar nisso, acho que o termo “Igreja” deve mesmo cair em desuso. Novos termos como tribo, encontros, point, etc. devem mesmo emplacar. Sinceramente, acho tudo isso muito show, ficarei no anonimato. Que meu “espírito de grandeza” seja sufocado pelo serviço. Pois, segundo Jesus, “para ser grande tenho de ser pequeno” (Bíblia Viva) (Mateus 23.11). Me esconderei atrás da cruz sem demagogia ou falsidade. Quero ser pequeno! Aliás, aproveito a ocasião para me solidarizar com João Batista. Por resistir bravamente à tentação de ser grande. Concluo meu pensamento com a seguinte afirmação: Ser pastor é não dar show. Convém que Jesus Cristo cresça e que eu diminua a cada dia!

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Á PARÁBOLA DO FARISEU E DO PUBLICANO Um dia, dois homens subiram as escadarias do Templo de Salomão para fazer suas preces. Um deles era um fariseu e outro era um publi¬cano. Antes de contar a história desses dois homens, explicaremos alguma coisa a você. Os fariseus eram homens religiosos, que viviam no tempo de Jesus. Eram muito orgulhosos e se con-sideravam perfeitos por cumprirem as determinações da sua religião. Gostavam de discutir sobre assuntos espirituais. Consideravam suas interpretações como as únicas certas. Eram vaidosos pela antigüidade de sua seita religiosa. Tratavam os partidários das outras crenças com ódio e desprezo. Achavam que “religião” era somente a prática de cerimônias nas suas igrejas (que eram chamadas sinagogas; templo só havia um, o de Salomão, em Jerusalém). Eram, quase sempre, cheios de vícios e erros, mas, fingiam por palavras e atitudes que eram corretos e santos. Os publicanos eram os cobradores de impostos. No tempo de Jesus, a Palestina pertencia ao Império Romano. Por isso, os judeus pagavam impostos ao Imperador. Os publicanos eram, em geral, judeus que exerciam essa profissão: cobravam impostos de seus compatriotas em favor do Império de Roma. Aproveitavam-se, muitas vezes, da sua função para impor multas desonestas, roubando o povo. Por isso, eram geralmente odiados e tidos como ladrões....(Lucas, capítulo 18. 9 a 14) Voltemos, agora, à nossa história. Um fariseu e um publicano subiram ao Templo para orar. O fariseu fazia sua oração, dizendo: — Ó meu Deus, eu Te agradeço muito, porque não sou semelhante aos outros homens, que são la¬drões e injustos. Agradeço-te porque não sou como este publicano indigno que está ali adiante... Ó Se¬nhor, todas as segundas e quintas-feiras eu jejuo, recordando a subida de Moisés ao Monte Sinai e sua descida com as Tábulas da Lei. Dou o dizimo de tudo quanto ganho nos meus negócios... O publicano estava a alguma distância do fari¬seu. Não tinha coragem nem de levantar os olhos ao Céu, pois estava profundamente arrependido dos fur¬tos que cometia ao cobrar os impostos. Também ora¬va, mas, sua prece era muito diferente da oração do fariseu orgulhoso. Dizia o publicano na sua prece:—Ó Deus, tem misericórdia de mim, que sou um miserável pecador! Que foi que aconteceu depois dessas duas ora¬ções? Deus ouve todas as pre¬ces que nós Lhe fazemos. Mas, nem a todas Ele responde. A prece do, fariseu era uma declaração de orgulho; nem merecia ser chamada prece. Deus não atende aos orgulhosos. A oração do publicano é o grito de uma alma arrependida de seus pecados. E é justamente isso que Deus deseja: que nós reconheçamos nossos erros e nos emendemos, buscando o caminho do bem. Por isso, Deus atendeu à oração do publicano e o justificou, isto é, deu-lhe novas forças para que ele se corrigisse e caminhasse honestamente na vida. O fariseu não teve sua oração atendida por Deus por causa do orgulho e dureza de coração. Em lugar de suplicar as benções de Deus para sua alma, ele, cheio de orgulho, desprezou os outros, considerando-se muito digno. Demonstrou ignorar a Sabedoria de Deus, pois apresentou ao Pai Celestial uma lista das coisas que fazia, como se Deus não soubesse de tudo que acontece. O publicano, ao contrário, foi humilde e sincero. Reconheceu, diante de Deus, que era um pecador e pediu perdão de suas faltas e culpas. Por isso, foi ouvido por Deus, que Lhe deu novas forças espiri¬tuais. HISTÓRIAS QUE JESUS CONTOU- Clóvis Tavares

sexta-feira, 22 de março de 2013




       CRER PARA VER
“Porque me  viu, você creu?                                                                                                                                            “Felizes os que  não viram e creram” João 20.29.

É muito fácil acreditar em algo que  estou vendo.                                                                                          Por exemplo: sei que  tenho uma casa, então acredito que não  vou dormir ao ar livre.                                                                                                                                                  Eu  poderia  citar  muitos outros exemplos para  mostrar a  facilidade que é depositar a minha  confiança em algo  palpável.                                                                                                                                         Mas vamos falar de Tomé.                                                                                                                                                   Que era Tomé,  era um homem firme, e de propósito, mas  extremamente  calculista e incrédulo?                                                                                                                                                        Uma pessoa incrédula, é aquela  que não crê,  que duvida, que sempre desconfia de tudo.                                                                                                          Quando Jesus  apareceu  pela primeira vez aos discípulos , Tomé não estava presente.                                                                                                                             Quando  ouvi-o  dos discípulos que Jesus esteve ali, ele não acreditou, e reagiu com um desafio. Primeiro eu quero ver apalpar ver as marcas dos cravos, queria constatar para poder crê, e depois aceitá-lo Ele  foi aluno da escola que ensina –Primeiro se ver  para poder se crê. Infelizmente  este é um ensina  que propaga por todo mundo.                                                                                                                Jesus aparece aos seus discípulos  novamente, alguns dias depois, e desta vez Tomé estava presente. Jesus aceitou o desafio de Tome, e mostra-lhes  as marcas as cicatrizes da sua crucificação, e as marcas dos cravos  na sua mãos. A reação de Tomé foi uma grande  supressa,  ele foi surpreendido. Disse-lhe Jesus a Tomé. “Toca  e ver” Surpreendido Tomé  diz:  Senhor meu, e  Deus meu!. Jesus  então ensina   ele a grande verdade expressa no vs  em destaque.                                                                                                                                                                   A proposta  de Jesus para  os seus discípulos inverte a nossa  lógica: é necessário crer para ver. Em João 11.40, Jesus diz a Marta.                                                                                                                                                                                                                             Após  ressuscitar seu  irmão, cuja morte a deixara aflita e queixosa: “Não lhe falei que , se você  cresse, veria a glória de Deus?”                                                                                                                          Portanto, mesmo que não estejamos  enxergando nenhuma luz diante de nós, é necessário crer.                                                                                                                                                                Quem  crê  vê. É  preciso crer que a solução estar em Jesus Cristo.                                                                 Creia e verá, creia e seja  feliz, creia e veras a glória de Deus.

 

 

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013


PELO TELEFONE                                                                                                                                                   “Bem-aventurados os olhos que   vêem    as coisas que vós vedes” –  Lucas  10.23.” Disse-lhe Jesus: Porque me  viste, creste? Bem-aventurados os que não viram e creram”    João 20.29 .                                          Conta-se que duas amigas; Depois  de terem conversado bastante tempo por telefone, elas se põem  a falar da vida eterna, da fé e da oração. Uma delas interrompe bruscamente o diálogo com estas palavras; Escute, eu não posso fazer uma  prece a alguém que  não vejo. Do outro lado da linha, a amiga surpresa lhe diz: Como?! Já estamos falando há  mais de 46 minutos e, apesar disso, você não está me vendo! Essa mulher não é a primeira  nem a única pessoa que diz: “Crerei em Deus quando o ouvir, ou quando vir um milagre com meus  próprios  olhos”. Você faz parte, dos que  recusam crer em Deus com o pretexto de que  não O vêem? O vento também é invisível e, contudo, ninguém duvida de sua  existência. Aproxime-se de Deus e fale com toda a simplicidade, como se  estivesse comunicando-se com Ele por telefone. Explique-lhe seus  problemas, suas preocupações, seus  desejos, sabendo que Ele o ouve como se estivesse do outro lado da linha telefônica, imperceptível a seus  olhos, mas escutando cada  palavra. E a resposta? – você perguntará. Em cada acontecimento de sua vida, por pequeno que seja, você aprenderá a reconhecer a resposta vinda do céu; e de se3u coração pleno de gozo brotará um muito obrigado Senhor.  (bs).  

                “JARDIM DO SENHOR”                                                                                                                      Uma criança pediu  a um homem que pegasse uma flor para ela. Colher a flor foi um trabalho bastante simples, mas, quando ela lhe pediu que  a devolvesse ao lugar de onde  veio, ele se sentiu impotente e  confuso. Como dizer que  fazer isso  era impossível? Como explicar aos  jovens que algumas  coisas, quando quebradas ou mutiladas, nunca mais serão substituídas ou restauradas?   Quantos  passam a maior parte da vida lamentado atitudes tomadas no passado, atitudes que lhes causaram grandes prejuízos  e sofrimentos na vida?  Quantos  desperdiçam  oportunidades de uma vida feliz e saudável ao deixarem-se  levar por um momento impensado de busca de prazer e diversão?   Quantos já disseram: “Tenho que aproveitar enquanto sou jovem. Depois me preocuparei com as coisas sérias”? Muitas vezes, em um pequeno momento de imprudência, arrancamos  a flor da nossa felicidade sem perceber que ela jamais será  recolocada no seu  devido lugar. Quando a colhemos, ela  se mostra bonita e perfumada, mas logo murcha e perde o aroma e nunca mais terá o mesmo encanto. O jardim da nossa  vida não deveria ser tocado pelas mãos  das drogas, do fumo, do álcool, da prostituição, da desonestidade e de tantas  outras  males que quebram e mutilam nossa vida espiritual e nosso  relacionamento com Deus. Muitas vezes, as  feridas provocadas  jamais  serão  curadas ou restauradas. Deus  nos criou para ser bênção,  para  embelezar e perfumar o local onde nos encontramos,  para servir de exemplo a ser seguido, para  glorificar se maravilhoso nome. A vida é o jardim do Senhor. (Int.)
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